segunda-feira, 6 de abril de 2009

Ética

É ou não ético roubar um remédio, cujo preço é inacessível, para salvar alguém que, sem ele, morreria? Colocado de outra forma: deve-se privilegiar o valor “vida” (salvar alguém da morte) ou o valor “propriedade privada” (não roubar)? Seria um erro pensar que, desde sempre, os homens têm as mesmas respostas para questões desse tipo. Com o passar do tempo, as sociedades mudam e também mudam os homens que as compõem. Na Grécia antiga, por exemplo, a existência de escravos era perfeitamente legítima: as pessoas não eram consideradas iguais entre si, e o fato de umas não terem liberdade era considerado normal. Hoje em dia, ainda que nem sempre respeitados, os Direitos Humanos impedem que alguém ouse defender, explicitamente, a escravidão como algo legítimo.
O tema do documento de Ética, portanto, não é novo, mas é novo ter um documento que possibilite abrir discussões sobre este assunto no contexto escolar.
Na primeira parte define-se o tema, descrevendo-o historicamente e referenciando-o aos valores que orientam o exercício da cidadania numa sociedade democrática. Defende-se a importância da escola na formação ética das novas gerações, na perspectiva da transversalidade, situando-a no contexto das diversas influências que a sociedade exerce sobre o desenvolvimento das crianças. Após essas reflexões de cunho geral, são feitas considerações de ordem psicológica, procurando apontar o papel da afetividade e da racionalidade no desenvolvimento moral da criança e analisar o processo de socialização do aluno e as diversas fases de seu desenvolvimento.
Finalizando a primeira parte, destinada a todo o ensino fundamental, são apresentados os objetivos gerais da proposta de formação ética dos alunos.
A segunda parte do documento, voltada para as quatro primeiras séries desse nível de ensino, trata de conteúdos relacionados a respeito mútuo, justiça, solidariedade e diálogo, discute a característica complexa da avaliação e apresenta orientações didáticas gerais.

O texto completo pode ser encontrado na página:
http://www.fefisa.com.br/pdf/pcn/1a4_vol08.2_temas_transversais_etica.pdf

Acadêmicos: Luciano Antonelli Becker e Luiz Fernando Zanoello

Temas Locais: violência

Temas Locais - Como abordar na prática os temas transversais na Educação Física Escolar?

Os Temas Locais remetem às questões particulares de cada região ou grupo específico, são reflexões sobre as características destes locais, modos de vida, costumes e relações sociais. Como parte deste projeto, vamos agora para a próxima etapa que é a de como abordar, na prática, os temas transversais na Educação Física Escolar.
Para melhor abordar os temas locais, resolvemos aborar um tópico por vez, entre eles podemos dar como exemplo a violência, o transito, entre outros.
Inicialmente vamos falar sobre a violência, assunto muito debatido atualmente, de grande relevância, e que atormenta a sociedade e o âmbito escolar.

A seguir viram algumas manchetes relacionadas à violência, escola, educação e sociedade:

Diário Gaúcho - POA, 04 de abril de 2009. Edição nº 2802
“Professora vai para o HPS após agressão”
http://www.clicrbs.com.br/jornais/diariogaucho/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2450900.xml&channel=65&tipo=1

Zero Hora – POA, 24/03/2009 – plantão: 07h01min
“Mais um capítulo da violência escolar: Aluna de 15 anos de colégio na Capital agride professora, que sofreu traumatismo”
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&newsID=a2451139.htm

Diário Gaúcho - POA, 04 de abril de 2009. Edição nº 2802
“Pesquisa revela violência
Metade dos educadores ouvidos em dez escolas estaduais admitem a existência de agressões verbais e físicas, como aconteceu no colégio Bahia.A violência envolvendo uma adolescente e uma professora da Escola Estadual Bahia, na Capital, revela um drama cada vez mais freqüente em colégios públicos do Estado: a resolução de conflitos entre educadores e alunos por meio de impropérios, socos e pontapés.Uma pesquisa ainda não concluída, feita com 123 professores de dez escolas estaduais das regiões de Porto Alegre e Santa Maria, aponta que mais de 50% dos educadores ouvidos afirmaram que existe violência física ou verbal nas escolas.”
http://www.clicrbs.com.br/jornais/diariogaucho/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2452328.xml&channel=65&tipo=1

Vamos usar como tópico para as aulas a violência escolar. Para isto vamos trabalhar junto com a violência no esporte e no envolto esportivo, como a violência nos estádios de futebol, a fim de trazer o tema mais perto da Educação Física, para isto vamos ver algumas manchetes da violência nos estádios e arredores:

Zero Hora – POA, 09/02/2009 – plantão: 00h17minGrenal:
“Briga entre torcedores fere duas pessoas em Capão da Canoa”
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&newsID=a2398523.xml&channel=13&tipo=1&section=Geral

blog – Wianey Carlet – clic rbs: Quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
“Governo quer atacar hoolingans brasileiros”
http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&section=Blogs&tipo=1&coldir=1&uf=1&local=1&blog=217&post=154141&site=1001

Zero Hora – POA, 08/02/2009 – plantão: 22h50mimGrenal:
"Escutei o Roth mandar o Léo bater em mim", diz Taison.
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&newsID=a2398393.xml&channel=13&tipo=1&section=Geral

Após leitura prévia destas e de outras reportagens, devemos debater em sala de aula com nossos alunos a questão da violência de maneira ampla, e conduzir para que seja relatada a questão da violência local, a que acontece em nossa região, cidade, bairro e escola.

A violência em sala de aula é cada vez mais freqüente nos noticiários e periódicos, devemos debater isto com professores, alunos e comunidade a fim de acabar com esta barbárie.

Temas como a violência relacionada à rivalidade da dupla Grenal devem estar presentes no cotidiano de alguns alunos, seja violência verbal, gestual ou até mesmo física.

Mais perto do esporte e da educação física é a violência dentro do esporte como as jogadas desleais e as brigas generalizadas.

Sugerimos que seja debatido em aula todo esse conglomerado de “manchetes” e tópicos relacionados a violência, e que na seqüência se proponha uma parte prática.

Já que o futebol já é “patrimônio” cultural do nosso povo, esporte mais visado midiaticamente, e mais adorado e praticado entre crianças e adolescentes, propomos um jogo onde:

- A participação pode ser mista, com ambos os gêneros;

- As diferenças entre gremistas e colorados devem ser esquecidas, pois esta atividade será muito mais uma recreação que um jogo propriamente dito;

- A temática do jogo é proporcionar iguais condições a todos, portanto sugerimos a criação de regras a fim de incluir todos os alunos no jogo;

- A violência, as jogadas duras e disputadas serão banidas, pois o objetivo maior é a diversão e a pratica de atividade física.

Após esta atividade recomenda-se uma avaliação coletiva dos momentos da aula. Os conhecimentos construídos devem possibilitar a análise crítica dos valores sociais, como conduta, comportamento, violência, competição exacerbada, que se tornaram dominantes na sociedade, e o seu papel como instrumento de exclusão e discriminação social.

Como complemento desde tópico, recomendamos ainda a leitura do texto "Prevenção da Violência entre os Jovens", que se encontra no site da UNESCO Brasil no link abaixo:
http://www.brasilia.unesco.org/unesco/organizacaoBrasil/estrategiaUBO/objetivosestratTT/prevenviolenciajovens

Somos todos professores e acima de tudo devemos formar cidadãos íntegros e com capacidade de discernimento entre o correto e o impróprio, para que os mesmo consigam se inserir na sociedade de maneira promissora.

Acadêmicos: Vinícius Pugliero e Rodrigo Leonel

Saúde e Orientação Sexual

Educação Sexual versus
Orientação Sexual

A concepção do trabalho de Orientação Sexual, como instrumento preventivo da AIDS, da gravidez precoce, do aborto e das DSTs vem passando por inúmeras transformações. Seu espaço está sendo discutido intensamente - seja na família, seja na escola, seja na comunidade. A própria expressão "Educação Sexual" já caiu em desuso, e os especialistas se perguntam: é possível educar alguém sexualmente? Atualmente, o termo mais aceito no meio de Helena Lima, bióloga, psicóloga e mestre em psicologia, é o de Orientação Sexual, campo, aliás, que tem crescido entre os profissionais de saúde e educação. Segundo explicações do Multirio, Órgão Governamental do Rio de Janeiro, a diferenciação dos termos indica significados diferentes. "Outros autores consideram a orientação sexual derivada do conceito pedagógico de orientação educacional, definido-se como um processo de intervenção sistemática na área da sexualidade, realizada principalmente em escolas, por um educador ou outro profissional capacitado para tal, e aproxima-se do que denominamos como educação sexual formal", define.

De acordo com o Guia de Orientação Sexual, publicação traduzida e adaptada por três ONGs (Organizações Não-Governamentais) a orientação sexual, "quando utilizada na área de educação, deriva do conceito pedagógico de Orientação Educacional, definindo-se como o processo de intervenção sistemática na área de sexualidade, realizado principalmente em escolas". Pressupõe o fornecimento de informações sobre sexualidade e a organização de um espaço de reflexões e questionamentos sobre postura, tabus, crenças e valores a respeito de relacionamentos e comportamentos sexuais. "A Orientação Sexual abrange o desenvolvimento sexual compreendido como: saúde reprodutiva, relações interpessoais, afetividade, imagem corporal, auto-estima e relações de gênero. Enfoca as dimensões fisiológicas, sociológicas, psicológicas e espirituais da sexualidade através do desenvolvimento das áreas cognitiva, afetiva e comportamental, incluindo as habilidades para a comunicação eficaz e a tomada responsável de decisões", explica o Guia.
Já a Educação Sexual, segundo o Guia, inclui todo o processo informal pelo qual aprendemos sobre a sexualidade ao longo da vida, "seja através da família, da religião, da comunidade, dos livros ou da mídia".

Helena Lima, coordenadora de projetos de orientação sexual de tradicionais escolas paulistanas e atualmente diretora da Unidade Perdizes do Colégio Pentágono, pensa que a temática sexualidade é parte tão integrante da criança como qualquer outra, e merece atenção na proporção em que ela demandar. "As crianças têm estímulos de sobra em relação à sexualidade e a outros aspectos da vida. Assim como se esclarece para a criança que ela deve atravessar a rua olhando para os lados, escovar os dentes, lidar com horários, dinheiro, aprender as cores, é fundamental que ela aprenda a compreender seus sentimentos em geral, inclusive os da sexualidade", pondera. De acordo com a especialista, o desconhecimento, o não dito, também gera fantasias e angústia. "Então, nada de ficar colocando cegonhas e estrelas na pauta, nem ficar forçando a ampliação de temas. O importante é o orientador abrir espaço para dúvidas e responder àquilo que é solicitado. Simples assim", ensina.

Idade ideal para a Orientação Sexual

Para Helena, não existe idade ideal para iniciar o trabalho de orientação sexual. Ela leva em consideração, inclusive, o contexto religioso e o espaço em que esta orientação será dada. Segundo ela, se o espaço for à escola, a orientação deve acontecer desde sempre. "Socialização, classe, professora, coleguinha, recreio, educação física, tudo isso é espaço de intervenção", prega ela. "Em casa, também desde sempre, desde que SOLICITADOS. Nada de parar o dia e dizer: 'vamos falar de sexo'. Ruína na certa, constrangimento, excessos. Em resumo, a idade ideal é aquela que tem demanda. E quanto mais contextualizado, menos holofote no 'sexo', tanto melhor.

O sexo não é uma dimensão à parte da existência, é mais uma, com suas importâncias e dificuldades....", explica a bióloga e psicóloga.

Quem está habilitado a dar Orientação Sexual

De acordo com Helena, o profissional mais indicado para fazer a orientação sexual na escola, é sem dúvida, o psicólogo com sólida formação na área biológica, pelo menos em um primeiro momento. "Mas, por ser um tema complexo e exigir sobretudo confiança, pode ser qualquer profissional (professor, pensando na escola) que tenha preparo teórico e desperte vínculos e confiança em seus alunos", acrescenta.

Já Marcelo Sodelli, mestre em psicologia da educação e diretor clínico do Núcleo de Estudos e Temas em Psicologia - NETPSI, pensa que, na grande maioria das vezes, o papel de interlocutor recairá realmente sobre o professor, que, nestes casos, carece também de treinamentos e orientação. Ele acredita mesmo que a maior parte dos projetos de prevenção tem mais eficácia quando o professor é envolvido, e que eles, em sua maioria, não se sentem preparados para exercer esta função.Segundo o Guia de Orientação Sexual, o trabalho pode ser realizado por "educador ou outro profissional capacitado para uma ação planejada, sistemática e transformadora, visando a promoção do bem-estar sexual, a partir de valores baseados nos direitos humanos e relacionamentos de igualdade e respeito entre as pessoas".

Orientação Sexual na visão do Multirio

De acordo com o Multirio, órgão carioca, "a abordagem da sexualidade não deve limitar-se ao tratamento de questões biológicas e reprodutoras, muito ao contrário, deve incluir um questionamento mais amplo sobre o sexo, seus valores, seus aspectos preventivos, para o indivíduo como forma de exercício da cidadania".

Eles justificam que a Educação Sexual, como qualquer processo educativo, apresenta efeitos e resultados demorados, muitas vezes só observados após muito tempo e, certamente não tem o poder de transformar todas atitudes e comportamento dos jovens.

"O fundamental é a possibilidade de se desenvolver um trabalho educativo positivo, de valorização humana, mesmo que limitado o seu alcance, através de uma intervenção pedagógica adequada, que possibilite ao jovem capacidade de escolha e a eliminação de sentimentos de culpa", explica o Multirio.

Eles alertam, no entanto, para o fato de que, mesmo ressaltando a importância da educação sexual como uma prática educativa de liberdade, esta abordagem nem sempre tem cumprido estes objetivos. "Além de, muitas vezes, limitar-se à veiculação de informações de caráter puramente biológico ou preventivo, no que se refere ao controle das doenças sexualmente transmissíveis, gravidez e outros inconvenientes sociais, pode, também, difundir atitudes repressivas moralistas que impliquem num comportamento reprodutivo adequado à política demográfica".

Por isso, o Multirio entende que é conveniente sempre analisar para que e a quem serve a Educação Sexual. "Com todas as evidências a escola não pode fugir ao seu papel de educadora e ignorar a questão sexual, diante da situação criada pelo aparecimento e difusão da AIDS entre os jovens, entre outras questões. A participação dos pais é fundamental no processo de Educação Sexual, pois, incentiva o processo de co-responsabilidade", define o órgão carioca.

A escola, segundo eles, "complementa o que é iniciado no lar, supre lacunas, combates preconceitos e revê conceitos destorcidos. A escola não tem como função dizer o que é "certo" ou "errado", ela deve preparar o jovem para discriminar o que é biológico, o que vem da cultura, da classe social a que pertence levando-o a sua própria verdade. Cabe aos pais se posicionarem claramente sobre o que consideram importante para seus filhos", acreditam.

Essa matéria pode ser acessada no endereço eletrônico:



O desafio da orientação sexual na escola
Saúde & Lazer 30-Jan-2009
A Orientação Sexual (OS), como tema transversal na escola, representa um grande desafio hoje! Isso porque o assunto é permeado por tabus e preconceitos, regido por valores culturais e de ordem pessoal que dificultam a naturalidade da conversa, tanto pela negação da sexualidade como por alguns métodos educativos que induzem a vergonha, a culpa e a ignorância.
As necessidades! A OS se caracteriza por uma intervenção na educação sexual das pessoas. Nesse trabalho, a escola ocupa o papel de orientador dos professores, indiscriminadamente, assume a função de disseminador do conhecimento. Já o professor precisa identificar a cultura sexual e estar preparado para perceber as necessidades dos alunos, fazer o diagnóstico da situação, definir objetivos e traçar uma estratégia metodológica de intervenção para atingir os resultados esperados. A escola representa hoje o principal espaço de sociabilização de crianças e adolescentes. Isto, associado ao tempo cada vez mais reduzido que os pais ficam com seus filhos, faz do núcleo de ensino a mais importante fonte de aprendizagem da convivência em grupo, o que contribui para a saúde e para qualidade de vida de seus alunos.

As Vantagens! A sexualidade é um assunto que interessa ao professor e ao aluno, e há sempre algo novo que pode ser tratado no conteúdo de todas as áreas e disciplinas. Para o adolescente, em alguns momentos, o sexo é algo novo e excitante, outras horas, frustrante e tensa - devido à cobrança social e as dúvidas sobre sua normalidade. Essa instabilidade pode interferi na aprendizagem e no desenvolvimento. A OS tem muito a contribuir nesse ponto, já que pesquisas comprovaram que ela pode diminuir o estresse escolar dos alunos. Por outro lado, os educadores têm aprendido bastante ao conversar sobre o tema. Para muitos deles, ao se prepararem para as aulas, conseguiram desativar alguns entraves pessoais e entender como as atitudes e decisões individuais podem se refletir no meio social.

Experimente! Você pode ter uma agradável surpresa!
* Maria Helena Vilela é diretora do Instituto Kaplan (www.kaplan.org.br)



Questão norteadora 2
Como abordar, na prática, os temas transversais na Educação Física Escolar?
A orientação sexual no âmbito da Educação Física escolar, tem um papel importante na conscientização dos alunos, na busca a respostas de inúmeras dúvidas geradas tanto em uma fase mais adulta da adolescência, quanto na infância! O professor de Educação Física da escola tem esse papel também como educador, de conduzir os alunos e orientá-los nesses temas que são tabu dentro do ambiente escolar, refletindo não somente na escola mas fora dela, a consciência de uma educação sexual segura deve ser levada aos alunos, o professor tem essa responsabilidade.

No artigo acima que exemplifica as conceituações de educação sexual versus orientação sexual discute também qual o profissional que deve trabalhar com essa temática dentro da sala de aula, e direciona o foco principal na interdisciplinaridade para trabalhar esse assunto, o psicólogo de tem a formação adequada, porem é o professor capacitado ou não que discutirá o tema com os alunos, ou seja, o professor é a ferramenta que fomentará as discussões acerca da sexualidade, das questões de gênero, das doenças sexualmente transmissíveis, dos hábitos de higiene, de uma vida saudável e do sexo seguro. É importante ressaltar que o professor de educação física é peça chave nestas temáticas, pois as aulas de educação física tornam o professor mais próximo dos alunos, e é nas suas aulas que essas questões ocorrem com mais naturalidade entre os alunos, pela forma livre e entusiasmante como são conduzidas as aulas de educação física na escola. Talvez seja o professor de educação física, um dos agentes que podem contribuir mais na relação professor-aluno no que diz respeito a educação sexual! Fica claro aqui, que o professor tanto de educação física como no todo, deve ter a preocupação de tornar esses temas transversais fáceis de serem compreendidos pelos alunos, devem se capacitar, utilizar ferramentas midiaticas, informativas, audiovisuais que ajudem na educação e orientação sexual dos alunos, a diversidade de gênero, a questão da homossexualidade, das DSTs, dos hábitos de higiene são importantes temáticas que devem ser incorporadas a educação sexual tanto na infância como na adolescência, nós enquanto acadêmicos de educação física devemos também nos preocupar com essa temática e valorizar dentro de um espaço interativo como este blog todas as questões que abordem esses temas transversais tão discutidas dentro dos PCNs e tão pouco explorados na escola e na universidade!

Nosso primeiro passo em busca da construção desse conhecimento e debate desses temas começa por aqui, no desenvolvimento e criação do Blog "Educação Física: Mídia e Temas Transversais", que serve como uma importante fonte de material didatico-pedagógico para nós acadêmicos de educação física e professores da rede estadual e municipal, demonstrando que na nossa área de atuação essas temáticas tem um importante papel na formação enquanto profissionais de educação física, por isso a valorização da educação sexual deve ser realizada dentro de um ambiente tão rico como é a escola.

Acadêmico: Jessié Martins Gutierres

Tema: Saúde e Orientação Sexual

domingo, 5 de abril de 2009

Meio Ambiente



O Meio Ambiente é um dos temas transversais abordados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Através do tema Meio Ambiente, o aluno deverá compreender as noções básicas sobre o assunto, perceber relações que condicionam a vida para posicionar-se de forma crítica diante do mundo, dominar métodos de manejo e conservação ambiental.
Mas como não ficar apenas na teoria? Como trabalhar, de forma prática, essa temática na Educação Física Escolar?
A reportagem a seguir, retirada da Revista Nova Escola, traz uma maneira diferente de integrar Educação Física e Meio Ambiente.

Esta aula é o máximo!
Praticar surfe, arborismo e skate, entre outras atividades ao ar livre, promove o condicionamento físico e ajuda no desenvolvimento motor. Vários professores já estão fazendo isso a partir da 1ª série e com ótimos resultados.
É um barato! Professores que gostam de esportes de aventura praticados em contato direto com a natureza e que geralmente desafiam a coragem estão incluindo essas modalidades no planejamento anual para despertar nos alunos o prazer de se movimentar e para que eles conheçam os próprios limites físicos e psicológicos. A grande "loucura" é que essas atividades quebram a rotina, ensinam a garotada a encarar desafios e mostram a importância do bom condicionamento físico. "É uma tendência que vai crescer nos próximos anos", aposta Flávio Antônio Ascânio, coordenador do curso de pós-graduação em surfe e outros esportes praticados com prancha na Universidade Monte Serrat, em Santos, litoral de São Paulo.Num país como o nosso, com uma variedade enorme de paisagens, o que não faltam são cenários para bolar aulas diferentes. "Praia, montanha, cachoeiras, trilhas e até obstáculos urbanos, tudo favorece", acrescenta Ricardo Ricci Uvinha, professor do curso de Lazer e Turismo da Universidade de São Paulo e autor de um estudo sobre a prática de esportes radicais nas aulas de Educação Física no Ensino Fundamental. Para ele, o desenvolvimento desse tipo de tarefa no ambiente escolar, nem que seja uma vez por ano, amplia o repertório de movimentos da garotada e as possibilidades de treino esportivo. Os esportes de aventura são classificados de acordo com o ambiente onde são praticados: terrestres (skate e trekking), aéreos (bungee jump e tirolesa) e aquáticos (surfe, mergulho etc.). A maioria pode ser considerada uma brincadeira, pois depende mais da disposição do praticante do que de regras fixas. Todos, porém, oferecem algum tipo de risco e, portanto, exigem cuidados redobrados com a segurança - ainda mais com crianças e jovens. Mas a adrenalina gerada nesse processo faz toda a diferença. Para Margareth Anderáos, membro do Conselho Regional de Educação Física de São Paulo, a popularização dessas práticas aumenta o interesse pela disciplina: "É um tipo de aula à qual dificilmente o aluno falta". Conheça a seguir, três experiências bem-sucedidas de como integrar essa curtição.
Praticar esportes de aventura...

Desenvolve o senso de responsabilidade.
Estimula o espírito de equipe.
Aprimora capacidades motoras.
Facilita o autoconhecimento corporal.

Antes da aventura
É papel do professor reconhecer o local para o qual vai levar o grupo.
Cheque a qualidade do material utilizado e a idoneidade da empresa prestadora do serviço.
Peça autorização dos pais ou responsáveis.
Providencie autorização para entrada em reservas ecológicas.
Leve material de primeiros socorros.

No passeio
Roupas leves, de preferência sintéticas (de neoprene ou lycra no caso do surfe).
Capacete.
Tênis confortável.
Boné ou chapéu.
Protetor solar e repelente contra insetos.
Câmera fotográfica para registrar as emoções dessa aula tão especial.

Surfe - O mar vira quadro-negro

No começo do ano, Margareth Pinto e Renata Portela, da Unidade Mista de Educação Magali Alonso, em Santos, fizeram um levantamento para saber qual o esporte mais popular entre suas turmas de 1ª série. Deu surfe na cabeça. "Mas a maioria nunca tinha visto uma prancha de perto, por morar em bairro cujo acesso à orla é difícil e também pelo preço do equipamento", conta Margareth. A primeira manobra da dupla foi procurar orientação de quem já tem muitos anos de praia. Em Santos, a Secretaria Municipal de Educação mantém uma escola de surfe, dirigida por Francisco Araña, professor da Faculdade de Educação Física e Esporte da Universidade Santa Cecília. "Temos um horário só para conversar com os professores das escolas regulares e repassar princípios básicos do esporte", explica Cisco, como é mais conhecido. "Afinal, só eles sabem associar essa atividade ao planejamento anual."
De volta à escola, Margareth e Renata avisaram à garotada que todos iam cair no mar dali a dois meses. "Levamos para a classe revistas e jornais sobre o tema e convidamos profissionais para contar histórias e mostrar fotos e vídeos à garotada", diz Renata. Na quadra, a bola e a ginástica passaram a dividir espaço com a simulação de movimentos sobre pranchas desenhadas com giz no chão e com treinos de braçadas. "Ninguém queria perder um só detalhe. Gírias como aloha (boa sorte), prego (quem não sabe surfar) e vala (onda boa) passaram a fazer parte do vocabulário dos pequenos e foram listadas nas aulas de Língua Portuguesa", lembra Margareth. Os alunos visitaram uma fábrica para saber como eram feitas as pranchas, depois desenhadas e reproduzidas com massinha nas aulas de Artes. O grupo foi até a praia num ônibus da prefeitura e lá ficou aos cuidados de Cisco e seus assistentes — o passeio, é claro, foi autorizado pelos pais. Para começar, a troca do uniforme por uma roupa de neoprene — própria para esportes aquáticos — e uma sessão de alongamento para evitar cãibras. Ainda na areia, todos subiram na prancha e fizeram movimentos com os joelhos e braços para trabalhar equilíbrio. Por fim, o mar. Os objetivos são manter-se em pé e descobrir como "furar" as ondas corretamente. "É necessário um pouquinho de força, explosão e flexibilidade", ensina Cisco. No final, os pequenos surfistas imitam bastante bem as posições dos profissionais. Do ponto de vista físico, eles trabalham a flexibilidade corporal, aprendem a desenvolver noções de equilíbrio e treinam de forma natural a respiração necessária para a prática de esportes náuticos.
Surfe

Praticado em pé, com prancha, sobre ondas. Se o atleta fica deitado em prancha pequena, chama-se bodyboarding.
Equipamento de segurança: roupas de neoprene ou lycra e protetor solar
Idade: a partir de 6 anos.

Arborismo - Emoção sobre as árvores

Desde os anos 1980, a cidade de Brotas, no interior de São Paulo, é considerada a capital brasileira dos esportes de aventura. Isso fez com que pelo menos três escolas da rede municipal mudassem suas aulas de Educação Física. "Infelizmente, as atividades são caras e muitos de nossos alunos não podem praticar as atrações oferecidas", lamenta Rosângela Veronese, diretora da EM Álvaro Callado. Ao refletir sobre isso, o professor Marcelo Arruda bolou, com apoio da supervisão pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, algumas aulas de arborismo para as turmas de 5ª série junto à natureza. "Aos 11 anos, a garotada está mais do que preparada para enfrentar os desafios do ecoturismo", explica ele. Nas duas aulas de 50 minutos que a garotada tem por semana, o professor intensifica o trabalho de fortalecimento de pernas e condicionamento cardiorrespiratório. Em parceria com Rodrigo Saldanha, proprietário de uma reserva ecológica de 22 hectares localizada a 25 quilômetros da escola, e Roberto Buzaranha, guarda municipal e guia de turismo local, Marcelo já levou dois grupos de 40 alunos para passar uma manhã se exercitando e se aventurando ao ar livre. Depois do alongamento, todos aprendem a medir a pulsação, tomando quatro tempos de 15 segundos e anotando a média num papel. A caminhada de 1 quilômetro leva a uma cachoeira e o percurso é cheio de obstáculos. O esforço vale a pena, tamanha a beleza do cenário que as crianças encontram ao final da trilha. "É fantástico", comenta Daniela Ferraz, 11 anos. Mais uma vez, todos tiram a pulsação para comparar os dados iniciais e ter idéia do esforço até então. "Agora chegou a hora mais emocionante", anuncia o guia Buzaranha.
Munido de cordas e capacetes, o grupo sobe uma escada para chegar ao alto de uma árvore, onde há uma plataforma. Ali começa a travessia: presos a um cabo de aço, os alunos atravessam 12 obstáculos com movimentos que exigem força nos braços e coordenação motora. São 700 metros sobre as copas, a uma altura de mais ou menos 6 metros. "Eles trabalham equilíbrio, resistência física, controle da ansiedade e do medo e descobrem que são capazes de vencer desafios", diz Marcelo, que conduz pela mão uma estudante com paralisia parcial no lado esquerdo do corpo. Por fim, chega a etapa mais radical: descer a tirolesa, um cabo de 700 metros esticado do ponto mais alto da reserva ecológica até o chão e esta, em particular, passa por cima de uma cachoeira! A aula dura aproximadamente quatro horas. No final, todos estão exaustos e satisfeitos. "Aqui a gente faz exercícios sem perceber", atestam as alunas Thais Gorri e Franciele Bezerra, 11 anos.

Arborismo

Circuito de obstáculos montado sobre cabos e cordas, interligando copas de árvores. A travessia aérea entre dois pontos distantes, por meio de um cabo de aço, é chamada de tirolesa.
Equipamento de segurança: cinto de segurança, mosquetão (gancho para prender nos cabos), capacete e tênis confortável.
Idade: a partir de 11 anos (6 anos para a tirolesa).

Skate - Uma quadra e muita ousadia

Esporte de aventura do tipo terrestre, o skate é bem popular entre a garotada. Não é à toa que, vez ou outra, um aluno traz para a escola a pequena prancha com rodas e faz manobras radicais na hora do intervalo. A Coordenadoria de Juventude da Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo e a Secretaria de Educação da capital, de olho nessa movimentação, fizeram parceria com as organizações não-governamentais Ativação e Aprendiz e desenvolveram projetos para ensinar o esporte em classe. Desde novembro do ano passado, 21 escolas públicas municipais e estaduais de dez cidades paulistas oferecem oficinas de skate a cerca de 6 mil meninos e meninas a partir da 1ª série. Na EMEF Célia Regina, na capital, os estudantes são levados duas vezes por semana, no contraturno, para o Clube de Regatas Tietê. "Em dois meses, eles aprendem 20 tipos de manobras", afirma Thais Mori de Souza, coordenadora dos projetos. Em pouco menos de um ano, ela reuniu 60 jovens praticantes de skate em todo o estado e capacitou-os a se tornarem monitores dos estudantes nos clubes. Para Joelma Aparecida Gomes da Silva, professora de 1ª série e responsável pela ação na Célia Regina, a oportunidade de fazer uma aula nova, mas com atividade conhecida, faz com que todos sintam confiança no aprendizado. Giovanna Elídia, 9 anos, já faz manobras difíceis como o ollie, o high jump, o rock slide e o famoso flip (pulo enquanto o skate gira 360 graus sob os pés). Do ponto de vista do desenvolvimento fisiológico, a atividade é ótima para fortalecer pernas e desenvolver a percepção sinestésica. Vitor César Simão, autor de uma proposta metodológica para iniciação à prática, defendida como trabalho de conclusão no curso de Educação Física da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, acredita que o uso desse esporte só vai aumentar. "O professor que ficar atento a esse sinal das ruas vai chegar longe."

Skate

Praticado em pé utilizando uma tábua de madeira com rodas em pistas próprias ou espaços públicos Equipamento de segurança: capacete, joelheira e cotoveleira. Idade: a partir de 7 anos.


Quer saber mais?

CONTATOS:
Escola de Surf Radical, Praia José Menino, Posto 2, 11065-200, Santos, SP, tel. (13) 3251-9838 EM Álvaro Callado, Pça. Duque de Caxias, 20, 17380-000, Brotas, SP, tel. (14) 3653-5781 EMEF Célia Regina, R. Guiseppe Marino, 100, 02181-190, São Paulo, tel. (11) 6955-6434 Centro Universitário Monte Serrat, Av. Senador Feijó, 423, 11015-505, Santos, SP, tel. (13) 3235.6510, mailto:secretaria.pos@unimonte.br%20 Unidade Mista de Educação Magali Alonso, R. São João, s/nº, 11082-160, Santos, SP, tel. (13) 3223-132 USP Campus Zona Leste, Av. Arlindo Bettio, 1000, 03828-000, São Paulo, SP, tel. (11) 3091-1029, mailto:uspleste@usp.br%20
BIBLIOGRAFIA:
Educação Física Escolar: Desafios e Propostas, Evandro Carlos Moreira, 183 págs., Ed. Fontoura, tel. (11) 4587-9611, 30 reais
Turismo de Aventura: Reflexões e Tendências, Ricardo Uvinha (org.), 300 págs., Ed. Aleph, tel. (11) 3743-3202, 49,50 reais

A reportagem está centrada no desenvolvimento motor e na capacidade física dos alunos através da prática de atividades diversificadas, que fogem do tradicional das aulas de Educação Física.
O Meio Ambiente não é trabalhado na matéria, mas poderia ser facilmente abordado pelos professores nas aulas relatadas. O surfe e o arborismo são atividades realizadas na natureza. Durante as atividades, algumas noções de conservação ambiental poderiam ser exploradas, como por exemplo, a importância em não poluir e desmatar. O professor pode usar uma situação real para despertar a consciência ambiental desde cedo nas crianças, utilizando o lixo jogado nas praias, ruas e matas para mostrar os prejuízos que o desrespeito com a natureza pode nos trazer.
Os esportes citados na reportagem não são acessíveis a todos, pois são caros e necessitam de lugares específicos. Como alternativa, podem ser feitas caminhadas fora da escola, explorando os bairros onde estão localizadas.
Cabe ao professor, independentemente do lugar onde esteja localizada a escola, refletir sobre sua prática e desenvolver formas alternativas para desenvolver a consciência crítica de seus alunos.


Acadêmicos: Mariane Ferreira e Richard Hepp

segunda-feira, 30 de março de 2009

OS TEMAS TRANSVERSAIS NOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – PCNs.


DCG – Mídia e Temas Transversais – Orientação Profa. Marli Hatje Hammes – CEFD/UFSM – Curso de Educação Física: Licenciatura
Plano de desenvolvimento da disciplina (blog), composto com questões norteadoras a fim de desenvolver os 6 temas (apresentados) no decorrer do semestre.

Questão norteadora 1 – Postagem em 30 de março de 2009.

Educação Física Escolar: o que abordar dos Temas Transversais?

1 A ética trabalha com valores e atitudes presentes na cultura corporal de movimento, além de aspectos morais no cotidiano social. A Ética reflete a preocupação com a constituição de valores de cada aluno, ajudando-o a se posicionar nas relações sociais dentro da escola e da comunidade como um todo. São quatro blocos temáticos principais: respeito mútuo, justiça, diálogo e solidariedade. (PCN). Acadêmicos responsáveis: Luciano Antonelle Becker e Luiz Fernando de Lara Zanuello.

2 A saúde e Orientação Sexual desenvolve hábitos e atitudes de promoção, prevenção e recuperação individual e coletiva. Trata de questões relacionadas ao corpo, seus sentimentos e expressões além, de aspectos motores, biológicos e socioculturais voltados a questões de gênero. Acadêmico responsável: Jessie Martins Gutierres.

3 A pluralidade cultural possibilita um trabalho de construção do conhecimento voltado à cultura popular e a apropriação da diversidade como direito de todos. O desafio é respeitar os diferentes grupos e culturas que compõem o mosaico étnico brasileiro, incentivando o convívio dos diversos grupos e fazer dessa característica um fator de enriquecimento cultural. Acadêmico responsável: Marcel Ercolani Santos

4 O meio ambiente incentiva o aluno a colocar-se de forma crítica diante do mundo e a obter noções básicas sobre o assunto e sobre a conservação do ambiente. O Meio Ambiente não se restringe ao ambiente físico e biológico, mas inclui as relações sociais, econômicas e culturais. O objetivo é propor reflexões que levem o aluno ao enriquecimento cultural, à qualidade de vida e à preocupação com o equilíbrio ambiental. Acadêmicos responsáveis: Mariane Naziazeno Ferreira e Richard Hepp.

5 O trabalho, consumo e cidadania abordam a preparação dos jovens para a sua inserção no mundo do trabalho requer a discussão de temas como consumo, direitos, desemprego, entre outros, ao final do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Destacam a influência da mídia no esporte, nas atividades corporais e na vida das pessoas; possibilitam o conhecimento dos mecanismos que convergem ao trabalho. Acadêmico responsável: Luana Annes Tessis.

6 Os Temas locais como tema transversal que aborda questões locais (como o trânsito, por exemplo), tem o objetivo de remeter à reflexão sobre as características de modos de vida e relações sociais. Acadêmicos responsáveis: Vinícius Pugliero e Rodrigo Leonel.

Questão norteadora 2 – Postagem até 06 de abril de 2009;

Como abordar, na prática, os temas transversais na Educação Física Escolar?

Questão norteadora 3 – Postagem resposta até 13 de abril de 2009

Em que situações pedagógicas os Temas Transversais potencializam interações criando novos espaços de aprendizagem nas aulas de Educação Física Escolar?

Questão norteadora 4 – Postagem resposta até 20 de abril de 2009;

O que e como tem sido abordados os Temas Transversais nas aulas de Educação Física Escolar (rede pública e ou privada)?

Profª Marli Hatje Hammes.